Transformando um app experimental em plataforma de investimentos tokenizados auditada, com foco em autonomia do investidor e crescimento sustentável.



Transformando um app experimental em plataforma de investimentos tokenizados auditada, com foco em autonomia do investidor e crescimento sustentável.

A Wave precisou evoluir de um app experimental para uma plataforma de investimentos tokenizados auditada pela CVM. Essa transição exigiu repensar desde a arquitetura de informação até os fluxos de transação financeira.
Adequar-se às exigências regulatórias da CVM sem comprometer a experiência do usuário, enquanto estabelecia padrões esperados para produtos da indústria de investimentos.
Product Designer liderando decisões de produto e experiência, articulando trade-offs entre requisitos regulatórios, necessidades dos usuários e objetivos de negócio.
Três frentes de pesquisa para entender o impacto do contexto regulatório na experiência do usuário.
Analisamos plataformas de investimento maduras para compreender como estruturam operações em ambientes regulados.
Desalinhamento entre a experiência da Wave e os padrões da indústria, tanto na arquitetura dos fluxos financeiros quanto no posicionamento do produto.
Mapeamos exigências da CVM para identificar lacunas de informação e ajustes necessários na apresentação e na gestão de dados.
A adequação regulatória não poderia ser tratada como um acréscimo isolado, mas precisava estar integrada à lógica de funcionamento do produto.
Conversamos com o time de atendimento para mapear as principais dúvidas e fricções dos usuários.
As limitações na gestão de ativos e as inconsistências no ciclo de compra geravam insegurança recorrente e alto volume de chamados.
Precisávamos reorganizar fluxos, gestão de ativos e apresentação de informações para alinhar ao padrão da indústria e atender as exigências regulatórias.
A experiência precisava refletir o nível de responsabilidade regulatória do produto.
O MVP utilizava um UI Kit genérico, com hierarquia tipográfica frágil, cores neutras sem identidade e organização distante dos padrões de apps de investimento, não sustentando a maturidade exigida em um contexto regulado.
Desenvolvemos uma linguagem visual própria e redefinimos a organização das informações sensíveis ao longo da jornada, alinhando identidade, clareza e padrões da indústria para sustentar credibilidade sem aumentar complexidade.
A experiência passou a comunicar maturidade e organização compatíveis com um produto regulado, reforçando a confiança do investidor desde os primeiros pontos de contato.
O produto precisava oferecer estrutura para que o investidor acompanhasse e gerenciasse seu patrimônio ao longo do tempo.
O app não oferecia uma estrutura dedicada à gestão patrimonial. O investidor visualizava apenas o valor total aplicado, sem ferramentas ou indicadores que permitissem compreender desempenho de forma clara.
Criamos a Carteira como núcleo da experiência, estruturando um espaço dedicado à visualização e gestão do patrimônio. Ela passou a consolidar saldo, valor investido, projeções e desempenho.



A Carteira transformou o app de uma visualização estática para uma experiência de acompanhamento contínuo, ampliando autonomia e reduzindo os chamados relacionados à gestão de ativos.
O modelo de compra e resgate funcionava para um MVP, mas não sustentava uma experiência integrada e preparada para escalar.
O ciclo financeiro era fragmentado: compras exigiam pagamentos pontuais via QR code e rendimentos eram enviados para contas externas, criando dependências fora do app e limitando retenção e escalabilidade.
Redesenhamos o ciclo financeiro para centralizar depósitos, compras, resgates e rendimentos na Carteira, estabelecendo um fluxo integrado e contínuo dentro do ecossistema Wave.


A centralização financeira reduziu fricções operacionais e aumentou o número de investidores recorrentes. Com saldo mantido na carteira, o app passou a estimular reinvestimento natural e maior engajamento ao longo do tempo.
A transição para um ambiente auditado exigia revisão estrutural de informações e fluxos operacionais.
Informações obrigatórias estavam ausentes ou mal posicionadas, avisos de risco não apareciam nos momentos críticos da decisão e determinados fluxos não garantiam rastreabilidade adequada para um produto regulado.
Reestruturamos fluxos e pontos de contato para incorporar requisitos da CVM diretamente na jornada, ajustando momentos de decisão, organização de dados sensíveis e lógica operacional do app.



O produto passou a operar em conformidade com as exigências regulatórias sem comprometer fluidez, estabelecendo base sólida de governança para escalar com segurança jurídica.
A experiência precisava refletir o nível de responsabilidade regulatória do produto.
O MVP utilizava um UI Kit genérico, com hierarquia tipográfica frágil, cores neutras sem identidade e organização distante dos padrões de apps de investimento, não sustentando a maturidade exigida em um contexto regulado.
Desenvolvemos uma linguagem visual própria e redefinimos a organização das informações sensíveis ao longo da jornada, alinhando identidade, clareza e padrões da indústria para sustentar credibilidade sem aumentar complexidade.
A experiência passou a comunicar maturidade e organização compatíveis com um produto regulado, reforçando a confiança do investidor desde os primeiros pontos de contato.
O produto precisava oferecer estrutura para que o investidor acompanhasse e gerenciasse seu patrimônio ao longo do tempo.
O app não oferecia uma estrutura dedicada à gestão patrimonial. O investidor visualizava apenas o valor total aplicado, sem ferramentas ou indicadores que permitissem compreender desempenho de forma clara.
Criamos a Carteira como núcleo da experiência, estruturando um espaço dedicado à visualização e gestão do patrimônio. Ela passou a consolidar saldo, valor investido, projeções e desempenho.
A Carteira transformou o app de uma visualização estática para uma experiência de acompanhamento contínuo, ampliando autonomia e reduzindo os chamados relacionados à gestão de ativos.
O modelo de compra e resgate funcionava para um MVP, mas não sustentava uma experiência integrada e preparada para escalar.
O ciclo financeiro era fragmentado: compras exigiam pagamentos pontuais via QR code e rendimentos eram enviados para contas externas, criando dependências fora do app e limitando retenção e escalabilidade.
Redesenhamos o ciclo financeiro para centralizar depósitos, compras, resgates e rendimentos na Carteira, estabelecendo um fluxo integrado e contínuo dentro do ecossistema Wave.
A centralização financeira reduziu fricções operacionais e aumentou o número de investidores recorrentes. Com saldo mantido na carteira, o app passou a estimular reinvestimento natural e maior engajamento ao longo do tempo.
A transição para um ambiente auditado exigia revisão estrutural de informações e fluxos operacionais.
Informações obrigatórias estavam ausentes ou mal posicionadas, avisos de risco não apareciam nos momentos críticos da decisão e determinados fluxos não garantiam rastreabilidade adequada para um produto regulado.
Reestruturamos fluxos e pontos de contato para incorporar requisitos da CVM diretamente na jornada, ajustando momentos de decisão, organização de dados sensíveis e lógica operacional do app.
O produto passou a operar em conformidade com as exigências regulatórias sem comprometer fluidez, estabelecendo base sólida de governança para escalar com segurança jurídica.
Após o lançamento, o time de atendimento reportou queda expressiva em dúvidas sobre localização de saldo e resgate de investimentos, sinalizando maior autonomia do investidor.
A nova arquitetura financeira estimulou depósitos antecipados e reinvestimentos contínuos, elevando o ticket médio e fortalecendo o engajamento no ecossistema.
A nova estrutura integrou conformidade, arquitetura financeira e experiência do usuário, permitindo crescimento consistente sem comprometer segurança ou clareza.
Em produtos regulados, o design não atua apenas na interface, mas na mediação entre normas, operação e experiência. Traduzir exigências regulatórias em decisões claras foi parte central do trabalho.
O contato com o time de suporte revelou problemas reais de uso e orientou decisões estruturais, como a criação da Carteira e a revisão dos fluxos financeiros.
Autonomia, previsibilidade e clareza na gestão financeira impactam diretamente engajamento e recorrência. Em produtos de investimento, retenção é consequência de arquitetura bem definida.